segunda-feira, 5 de março de 2012

Estudo mostra baixa presença de mulheres em Parlamentos

(Michelle Nichols, da Reuters/R7 Notícias) O número de mulheres em Parlamentos ao redor do mundo é "preocupantemente baixo", de acordo com um relatório divulgado na sexta-feira pela União Interparlamentar (UIP), organização internacional dos parlamentos dos Estados soberanos. O documento indica que a média global avançou apenas meio ponto percentual em 2011, chegando a 19,5 por cento.

No que diz respeito aos assentos parlamentares renovados em 2011 em 69 câmaras legislativas de 59 países, as mulheres obtiveram 21,8 por cento dos lugares, uma proporção similar aos anos anteriores, disse a UIP no estudo "Mulheres no Parlamento 2011".

"São necessárias uma forte vontade política e a adoção de medidas específicas para romper o bloqueio à partição política das mulheres", disseram em um comunicado a UIP e a ONU Mulheres, a unidade da Organização das Nações Unidas (ONU) para a igualdade de gêneros.

O relatório disse que o problema é simples em muitos países -não há mulheres o bastante concorrendo a um cargo no Parlamento.

"Os desafios para as candidatas mulheres incluem fundos insuficientes para fazer campanha, altas expectativas do eleitorado e a natureza antagônica dos partidos políticos competitivos", indicou o relatório.

"Além disso, as mulheres tendem a ter menos recursos à sua disposição, menos experiência em concorrer a um cargo e de falar em público, e falta de apoio dos maridos e da família", disse. "As mulheres têm múltiplos papeis e equilibrar todos eles pode ser muito difícil."

De 188 países, o relatório descobriu que 20 tinham Parlamentos nos quais as mulheres formavam ao menos um terço da representação. Ruanda e Andorra estavam à frente, sendo os dois únicos países com mais de 50 por cento.

Do outro lado da escala, havia sete países sem nenhuma representação feminina: Belize, Micronésia, Nauru, Palau, Catar, Arábia Saudita e Ilhas Salomão.

Os cinco membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU situaram-se no meio. A Rússia tem 13,6 por cento de representação feminina; os Estados Unidos, 16,8 por cento; França, 18,9 por cento; China, 21,3 por cento e Grã-Bretanha, 22,3 por cento.

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NÃO SE CALE DIANTE DA DISCRIMINAÇÃO

Art. 150 da Lei Orgânica do Município de Porto Alegre:

"Sofrerão penalidades de multa até a cassação do Alvará de instalação e funcionamento, os estabelecimentos de pessoas físicas e jurídicas que, no território do município, praticarem ato discriminatório racial, de gênero, por orientação sexual, étnica ou religiosa em razão de nascimento, idade, estado civil, de trabalho rural ou urbano, de filosofia ou convicção política, de deficiência física, imunológica, sensorial ou mental, de cumprimento de pena, cor ou em razão de qualquer particularidade ou condição". (Lei Orgânica do Município)

Lei nº 11.872/2002, do Estado do Rio Grande do Sul:


"Art. 1º - O Estado do Rio Grande do Sul, por sua administração direta e indireta, reconhece o respeito à igual dignidade da pessoa humana de todos os seus cidadãos, devendo, para tanto, promover sua integração e reprimir os atos atentatórios a esta dignidade, especialmente toda forma de discriminação fundada na orientação, práticas, manifestação, identidade, preferências sexuais, exercidas dentro dos limites da liberdade de cada um e sem prejuízos a terceiros.

§ 1º - Estão abrangidos nos efeitos protetivos desta Lei todas as pessoas, naturais e jurídicas, que sofrerem qualquer medida discriminatória em virtude de sua ligação, pública ou privada, com integrantes de grupos discriminados, suas organizações ou órgãos encarregados do desenvolvimento das políticas promotoras dos direitos humanos.

§ 2º - Equiparam-se aos órgãos e organizações acima referidos a coletividade de pessoas, ainda que indetermináveis, e sem personalidade jurídica, que colabore, de qualquer forma, na promoção dos direitos humanos".

Disque Denúncia

Disque 100

ESTAMOS DE OLHO!

Pesquisa do Senado sobre a PLC 122/06 que criminaliza a HOMOFOBIA:

Os resultados da pesquisa de opinião realizada pelo Senado Federal a respeito da PL 122/06, que criminaliza a homofobia e outros crimes de discriminação, ainda não foram divulgados.

Isso nos preocupa um pouco, na medida em que os resultados acompanhados em tempo real pelo site, durante o mês de novembro, em vários momentos retrocederam em números reais.
Órgãos da imprensa noticiavam tentativa de invasão e possíveis alterações dos resultados (favorecendo o NÃO ao projeto).
Mandamos - novamente - mensagem ao "Alô Senado" esta semana para saber o que realmente ocorreu e ficaremos acompanhando suas respostas já que este projeto, além de interesse público geral, é de interesse específico das mulheres lésbicas de todo o país.

Adote esta campanha!

Adote esta campanha!
Acorda Congresso!

GRANDE MARCHA FEMINISTA

A Ação 2010 da Marcha Mundial das Mulheres, que aconteceu de 08 a 18 de MARÇO de 2010, entre CAMPINAS e SP, reuniu mais de 2000 marchantes de todos os estados brasileiros onde a MMM se organiza.
Nós Mulheres Lésbicas, também estivemos nesta CAMINHADA, marcando nossa posição contra a lesbofobia, inclusive dentro do movimento feminista. Não foram poucos os momentos em que pautamos a dicussão do preconceito contra as mulheres lésbicas e bissexuais, aprofundando de forma consistente este debate no campo no feminismo.
Para saber mais acesse o blog da MMM:


http://mmm-rs.blogspot.com/
ou Leia o Documento de Divulgação da Ação 2010 no link:


http://www.sof.org.br/publica/jornal_acao_2010.pdf

MANIFESTO LÉSBICO FEMINISTA ANTI-CAPITALISTA

29 de Agosto de 2008
Cique AQUI para acessar