quarta-feira, 24 de julho de 2013

Mulheres no Zimbábue são multadas em 5 dólares cada vez que gritam durante o parto


O Globo
18/7/2013
Se o sistema de saúde no Zimbábue já não é dos melhores, uma nova prática tende a tornar ainda pior um hospital local. Segundo informações da organização Transparência Internacional, as enfermeiras passaram a cobrar 5 dólares por cada grito dado pelas grávidas durante o parto. Elas alegam que a multa é por levantar "falso alarme".

A reportagem da Transparência Internacional aponta dados sobre a corrupção em vários países. No Zimbábue, uma mulher precisa desembolsar o equivalente a 50 dólares para dar à luz em um hospital. A quantia significa um terço da renda média anual de uma pessoa de classe média no país. E se a mulher gritar algumas vezes durante as contrações, essa conta pode ficar ainda mais cara.

As mulheres que se recusam a pagar as taxas, por falta de dinheiro, chegam a ficar detidas no hospital até que a conta seja quitada. Ainda de acordo com a Transparência Internacional, algumas mulheres chamam os parentes para ajudá-las a escapar. As que são liberadas continuam a ser procuradas frequentemente por representantes do hospital, cobrando a dívida mais honorários e multas.

Por causa disso, muitas mulheres não têm escolha a não ser dar à luz em casa, sem ajuda profissional. De acordo com a Organização das Nações Unidas, oito mulheres morrem por dia no Zimbábue, durante o trabalho de parto.

A Transparência Internacional entrou em contato com o governo do Zimbábue, que prometeu apurar o caso. Desde então, os moradores da região onde fica o tal hospital não registraram mais reclamações relacionadas às multas - mas nada mudou em relação à taxa de 50 dólares, que pouquíssima gente pode pagar.

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Pesquisa do Senado sobre a PLC 122/06 que criminaliza a HOMOFOBIA:

Os resultados da pesquisa de opinião realizada pelo Senado Federal a respeito da PL 122/06, que criminaliza a homofobia e outros crimes de discriminação, ainda não foram divulgados.

Isso nos preocupa um pouco, na medida em que os resultados acompanhados em tempo real pelo site, durante o mês de novembro, em vários momentos retrocederam em números reais.
Órgãos da imprensa noticiavam tentativa de invasão e possíveis alterações dos resultados (favorecendo o NÃO ao projeto).
Mandamos - novamente - mensagem ao "Alô Senado" esta semana para saber o que realmente ocorreu e ficaremos acompanhando suas respostas já que este projeto, além de interesse público geral, é de interesse específico das mulheres lésbicas de todo o país.

PESQUISA - divulgação de resultados

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16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência Contra as Mulheres

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Homens pelo fim da Violência contra as mulheres

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