30/09/2011

Marta pede CNJ uniformize decisão sobre união homossexual

Apesar de o Supremo Tribunal Federal (STF) ter reconhecido, desde maio de 2011, a união estável entre casais do mesmo sexo como entidade familiar, essa decisão não tem sido seguida de modo uniforme no país. O descompasso levou a coordenadora da Frente Parlamentar Mista pela Cidadania LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transsexuais) no Senado, Marta Suplicy (PT-SP), a reivindicar ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) uma norma determinando a uniformização de procedimentos no reconhecimento desse tipo de união em todos os estados.
>
>A iniciativa foi divulgada pela senadora por São Paulo, nesta quinta-feira (29), durante a abertura do Seminário Famílias pela Igualdade, realizada em parceria pelas Comissões de Direitos Humanos (CDH) da Câmara e do Senado. Segundo assinalou, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) já elaborou sugestões de proposta de emenda à Constituição (PEC) e de projeto de Estatuto da Diversidade Sexual para adequar a legislação brasileira à decisão do STF.
>
>- No que tange ao reconhecimento da união estável homoafetiva e sua conversão em casamento, muitas são as dificuldades ainda impostas. Falta regulamentação uniforme aplicável à decisão do STF. Magistrados e promotores têm proferido decisões e pareceres contraditórios, o que gera muita insegurança, conflitos de competência do Juízo e necessidade de infindáveis, demorados e injustificáveis recursos a instâncias superiores - lamentou Marta Suplicy.
>
>Cidadania
>Coordenador da Frente Parlamentar Mista pela Cidadania LGBT na Câmara, o deputado federal Jean Willys (PSol-RJ) comentou que encontro com integrantes do Mães pela Igualdade, grupo de mulheres cujos filhos morreram vítimas da violência contra homossexuais, motivou a realização desse seminário. Conforme ressaltou, a criminalização da homofobia e o casamento civil igualitário são as principais bandeiras do movimento.
>
>- Essas mulheres nos procuraram para dizer que são entidades familiares e têm direito a gozar da proteção do Estado - declarou Jean Willys, autor de PEC para garantir o direito ao casamento civil a todas as pessoas, independentemente de sua orientação sexual.
>
>Assim como o deputado pelo Rio de Janeiro, a senadora Marinor Brito (PSOL-PA) disse reconhecer a dificuldade de se discutir temas ligados à cidadania LGBT "num Congresso conservador". Mas afirmou estar feliz por colocar em pauta o debate sobre o casamento igualitário, legalizado na Argentina desde julho de 2010.
>
>O presidente da CDH no Senado, Paulo Paim (PT-RS), afirmou estar acompanhando "com enorme preocupação" os sucessivos casos de violência contra homens e mulheres motivados por homofobia. Ao mesmo tempo em que reforçou o compromisso da comissão com o combate a todas as formas de preconceito, informou que o PLC 122/06, que criminaliza essa prática, será colocado em votação tão logo Marta Suplicy conclua relatório sobre a matéria.

(Agência Senado)

29/09/2011

6a. Mostra de Direitos Humanos


http://www.cinedireitoshumanos.org.br/

Mães pela Igualdade



Eleonora perdeu seu filho há um ano, em um crime que faz parte da crescente onda de crimes de ódio no Brasil.
Junte-se a Eleonora e a nova campanha das "Mães pela Igualdade" que está desafiando o ódio.
Prezad@ liga brasileira de,

Amanhã, 29 de setembro, nossas Mães pela Igualdade estarão no Auditório Petrônio Portella, no Senado Federal em Brasília, para levar uma mensagem explícita a parlamentares e à sociedade brasileira: é preciso acabar com a violência homofóbica e transfóbica que está matando centenas de filhos e filhas LGBT, que são muito amados por suas famílias, a cada ano! Você pode se juntar às Mães pela Igualdade e reforçar esse recado.
www.allout.org/pt/maespelaigualdade
Já assinou? Compartilha no Facebook
o manda um Tweet

Marlene Xavier, mãe de Igor Xavier, o ator, bailarino e coreógrafo assassinado por homofobia em 2002 na cidade de Montes Claros, MG, disse pouco antes de conhecer as outras Mães pela Igualdade: "Eu nunca tive medo de mostrar a minha cara, mas ainda não consegui trazer outras mães". Agora as Mães estão juntas e contam com o seu apoio. Assine a carta de Eleonora Pereira aos e às parlamentares do Brasil, o já assinado, compartilha a campanha com seus amigos, colegas .. e mães!

Leia a nota Eleonora Pereira enviou aos membros de All Out mais cedo esta semana:

***
26/9/2011

"Prefiro ter um filho morto em acidente do que um filho gay."
Meu nome é Eleonora Pereira e eu ainda não consegui tirar essas palavras da minha cabeça. Recentemente um parlamentar afirmou isso em um programa de televisão, e me fez lembrar do meu filho, José Ricardo, que era gay e foi assassinado há quase um ano por ser quem ele era. Esse tipo de discurso rancoroso, que supostamente defende os "valores familiares" da sociedade brasileira, tem me deixado muito transtornada e tem feito com que me sinta muito só.
Porém, nos últimos meses vi algo incrível acontecer. Com a ajuda de AllOut, mães de vários lugares do Brasil estão se unindo e se pronunciando contra a violência que colocou o Brasil entre os países mais perigosos e violentos do mundo para ser gay, lésbica, bissexual, travesti ou transexual. Nós somos as Mães pela Igualdade:

www.allout.org/pt/maespelaigualdade

Na próxima quinta-feira, dia 29 de setembro, a convite do Dep. Jean Wyllys e da Frente Parlamentar Mista pela Cidadania LGBT, estarei com várias outras mães em Brasília para dizer ao Congresso Nacional que apoiamos a aprovação de uma legislação que reconheça e tipifique os ataques homofóbicos e transfóbicos como crimes de ódio no Brasil, que proteja a TODAS e TODOS brasileiros contra a violência e a discriminação. Vamos dizer ao governo e à sociedade que a igualdade é o verdadeiro valor familiar. Vamos entregar uma carta à Frente Parlamentar Mista pela Cidadania LGBT pedindo às lideranças de todo o Brasil que tomem uma atitude - começando pelo Congresso na próxima quinta-feira.

Quer estar ao nosso lado e assinar nossa carta?

www.allout.org/pt/maespelaigualdade
Nosso movimento das "Mães pela Igualdade" está se espalhando pelo Brasil afora - e não só com mães de LGBTs. A homofobia e os discursos de ódio estão se disseminando de tal forma que já estão começando a ter impacto sobre todos os brasileiros e brasileiras. Nos últimos meses, um pai e um filho foram brutalmente atacados depois de terem sido confundidos com um casal gay, um homem heterossexual foi morto enquanto defendia um gay de ser linchado, e na semana passada uma jovem foi perseguida e baleada por homens que a confundiram com uma travesti.
Nós, mães, sabemos uma ou duas coisinhas sobre como cuidar de nossas famílias! Por isso é que na próxima semana estaremos no Congresso, para dizer aos líderes que parem de enrolar e comecem JÁ a trabalhar em leis em conjunto para acabar com a violência, e para cuidar de TODAS AS FAMÍLIAS brasileiras. Sinto-me muito honrada por estar junto com tantas mães incríveis dizendo aos e às parlamentares que deixem de ser omissos, e à nossa sociedade brasileira, que a igualdade é o verdadeiro valor familiar.

Para encontrar outros membros da nossa campanha "Mães pela Igualdade" e para mostrar seu apoio enquanto vamos nos preparando para ir ao Congresso esta semana, clique no link abaixo para compartilhar esta iniciativa com sua rede de amizades e, obviamente, com suas mães:
www.allout.org/pt/maespelaigualdade
Nossa visita ao Congresso é apenas o começo. Nos próximos meses estaremos nas ruas, nas ondas do rádio, nas salas de aula e ao redor das mesas, conversando e compartilhando nossas histórias como as "Mães pela Igualdade", nessa campanha para acabar com a violência, o preconceito e a discriminação. Estou fazendo isso pelo meu filho José Ricardo, e na esperança de que, juntas, podemos continuar construindo um Brasil que celebra a diversidade e a igualdade para todos e todas.
Eleonora Pereira, as Mães pela Igualdade de todos os cantos do Brasil e a equipe de All Out.

PS: Se você é uma "Mãe da Igualdade" no Brasil ou conhece alguma outra Mãe que queira participar desta poderosa campanha, entre em contato com a gentemaes@allout.org
A All Out está colocando em contato muita gente de cada canto do planeta e todas as identidades – lésbicas, gays heteros, transgêneros e tudo no meio e além – para construir um mundo em que cada um viva livremente e seja aceito pelo que é.
Nosso endereço é:
Purpose Foundation
224 Centre St
New York, NY 10013
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Atriz é expulsa de avião por beijar a namorada

espaço Vital de 29.09.20110
ivulgação

A atriz Leisha Hailey, da série "The L World", disse ter sido expulsa de um voo da Southwest Airlines junto com a namorada após ter dado um beijo nela. As duas embarcaram em El Paso, no Texas, Estados Unidos.

Em sua página no Twitter, a atriz disse que a comissária de bordo teria dito a ela que "a Shouthwest era uma companhia familiar e um beijo não era ok".
 
"A SouthwestAir apoia empregados homofóbicos. Desde quando é ilegal demonstrar afeto a quem você ama? Eu quero saber o que a Southwest Airlines considera uma família", postou Hailey.

Em nota, a companhia se manifestou sobre o assunto. "Nós recebemos várias reclamações de passageiros que apontaram para um comportamento excessivo. Nossa equipe, responsável pelo conforto de todos os clientes a bordo, abordou as passageiras baseado apenas no comportamento e não no gênero". (Com informações do Uol).


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Fwd: [senale] FW:Polícia Federal responde ABGLT - SOLICITA TOMADA DE MEDIDAS URGENTES : APOLOGIA E ENSINAMENTO DE COMO ESTUPRAR UMA LÉSBICA



---------- Mensagem encaminhada ----------
De: cintia clara ferreira da silva <cintiaclara_10@hotmail.com>
Data: 29 de setembro de 2011 10:15
Assunto: [senale] FW:Polícia Federal responde ABGLT - SOLICITA TOMADA DE MEDIDAS URGENTES : APOLOGIA E ENSINAMENTO DE COMO ESTUPRAR UMA LÉSBICA
Para: senale@yahoogrupos.com.br


 

 

Até onde entendi a policia federal já estava a par, investigou sem sucesso.
Enfim, esse cara sabia muito bem como estava fazendo para nao ser descoberto, sendo assim, a impunidade continua..é realmente de se indignar!
 

  Cíntia Clara Ferreira da Silva
(62) 9136 6031
(62) 8243 2389
(62) 3902 1194
 

http://www.sociedadeoasis.blogspot.com/ 
 


De: Lucia Castro <negralu-campinas@hotmail.com>
Para: "candaces-br@googlegroups.com" <candaces-br@googlegroups.com>
Enviadas: Quarta-feira, 28 de Setembro de 2011 17:51
Assunto: {candaces BR} FW: Polícia Federal responde ABGLT - SOLICITA TOMADA DE MEDIDAS URGENTES : APOLOGIA E ENSINAMENTO DE COMO ESTUPRAR UMA LÉSBICA

Realmente frutante!!


Date: Wed, 28 Sep 2011 16:51:28 -0300
Subject: Polícia Federal responde ABGLT - SOLICITA TOMADA DE MEDIDAS URGENTES : APOLOGIA E ENSINAMENTO DE COMO ESTUPRAR UMA LÉSBICA
From: julianvic@gmail.com
To:

Frustrante!

Julian


Polícia Federal responde  a  ABGLT.
 
 
----- Original Message -----
Sent: Wednesday, September 28, 2011 4:24 PM
Subject: DPF - SOLICITA TOMADA DE MEDIDAS URGENTES : APOLOGIA E ENSINAMENTO DE COMO ESTUPRAR UMA LÉSBICA

Polícia Federal
Divisão de Direitos Humanos/CGDI/DIREX
Grupo Especial de Combate aos Crimes de Ódio e Pornografia Infantil na Internet
 
 
Ofício n.º 275/2011- GECOP/DDH/CGDI/DIREX
 
Brasília, 28 de setembro de 2011.
 
A Sua Senhoria o Senhor
TONI REIS
Presidente da Associação ABGLT
Curitiba-PR
 
 
Assunto: Resposta Notícia de Crime – Apologia ao Estupro – Página na Internet
Ofício
Referência: Ofício PR 223/2011 (TR/dh)
 
 
 
 
Sr. Presidente da ABGLT,
 
Seu ofício chegou ao GECOP- Grupo de Combate aos Crimes de Ódio e Pornografia Infantil através da Internet  e mesmo antes da provocação da Associação, blogs e comunidades de conteúdo similar ao ora denunciado foram objeto de averiguação preliminar pela Polícia Federal.
 
O crime de apologia ao estupro, apesar de ser de atribuição da Polícia Civil na maioria dos casos, permite uma prévia inquirição pela Polícia Federal porque a internet inviabiliza a localização imediata do crime no espaço.
 
Embora tenhamos investigado todas as situações de apologia a crimes que chegam ao Grupo, quando assemelhados à crimes de ódio (como chamamos o crime de racismo, apologia ao nazismo ou revisionismo), não pudemos avançar nas investigações por impossibilidade de acesso aos dados cadastrais dos responsáveis pelas páginas denunciadas.
 
Ocorre que a  apologia à prática de crime tem pena máxima de detenção e para se obter o acesso aos dados cadastrais, equiparado pela justiça à quebra do sigilo das comunicações, o injusto, a infração cometida, deve ser de natureza grave, de forma a justificar a intervenção cautelar da Justiça invadindo a privacidade do suspeito.
 
Embora o GECOP discorde do status atribuído aos dados cadastrais (como sigilosos), por diversas vezes a Justiça foi instada a se manifestar pelo fornecimento do cadastro do responsável, em situação semelhante, tendo respondido que a prática de apologia ao estupro, dentre outros crimes, embora seja repreensível e deve ser investigada, não pode sê-lo através da quebra de sigilo cautelar (conforme parecer ministerial e decisão judicial anexa).
 
O caso específico do blog denunciado apresenta outro elemento que dificulta o prosseguimento das investigações. O sítio que hospeda este blog é um domínio (http://www.silviokoerich.com) de propriedade da empresa abaixo, localizada nos EUA:
 
Registrant:
Inc., NameSecure
ATTN:
P.O. Box 430 c/o NameSecure
Herndon, VA. US 20171-430
 
 
Domain Name: SILVIOKOERICH.COM
 
 
Record expires on 21-Aug-2012.
Record created on 21-Aug-2011.
Database last updated on 28-Sep-2011 13:56:40 EDT.
 
Conforme pesquisa no http://domains.whois.com/.
 
Consultado sobre o fornecimento de informações cadastrais em situação de crime de racismo, nazismo e revisionismo, bem como em outras situações de interesse do GECOP, o FBI, a ICE, bem como outros órgãos americanos com que mantemos contato para facilitar investigações, todos foram unânimes em explicar que situações como estas não são consideradas crimes nos EUA e , por isso, tais informações não podem ser requisitadas pelas autoridades daquele país.
 
A única situação viável poderia ser recorrer ao MLAT – o acordo bilateral para cooperação policial e judicial com os EUA  - para obtenção dos dados cadastrais do responsável junto à empresa americana que hospeda o blog.
Ainda que recorrêssemos ao acordo de cooperação, o Governo Americano poderia recusar-se a fornecer os dados cadastrais se julgar que essa medida contraria a Constituição daquele país (sobretudo no que concerne aos limites da liberdade de expressão).
 
Ainda que a Polícia Federal conseguisse que o Ministério Público ou o Judiciário oficiassem, um dos dois (autoridades competentes para fazê-lo junto ao Departamento de Recuperação de Ativos/MJ), ao Governo americano pelo fornecimento das informações, esses dados teriam que ser objeto de uma decisão judicial brasileira – e, por isso, novamente inviável diante do status de dado sigiloso atribuído no Brasil a  tais informações.
 
Por tudo quanto foi exposto, sugiro que :
 
a)      Toda URL (página na internet) que seja localizada com conteúdo criminoso seja diretamente registrada por essa Associação no sítio de denúncias on line da Polícia Federal na página: www.pf.gov.br  (denúncia de crime de contra os direitos humanos). Nesse caso , o senhor estará preservando automaticamente a materialidade do crime (para futura investigação) e o endereço passará imediatamente pelo filtro da polícia federal (e de seus órgãos parceiros) para averiguação de duplicidade ou de atipicidade – acelerando em muito o trabalho policial;
b)      Sempre que o crime for situação de apologia, não configurando crime de racismo ou pedofilia na rede, por si só, procure oficiar também o provedor que hospeda o conteúdo, informando que o material é impróprio e pedindo que seja retirado do ar – por vezes o provedor, mesmo no exterior, responde positivamente – no Brasil, sempre;
 
Observo, por oportuno, que o registro do sítio (URL) na denúncia on line da PF já providencia também a notificação do provedor do conteúdo para que o tire do ar, uma vez identificado o material criminoso.
 
Coloco-me à disposição para qualquer esclarecimento que se fizer necessário.
 
Atenciosamente,
 
Juliana Cavaleiro
Delegada de Polícia Federal
GECOP/DDH/CGDI/DIREX
(55) (61) 2024-8068/8642

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Atividade nos últimos dias:
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Ana NAIARA Malavolta
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28/09/2011

Mães pela igualdade

Acessem o link:  e deixem um recado, assinando o apoio ao movimento...

Amigas e amigos,
Eu acabei de juntar minha voz ao chamado de um grupo comovente de mães brasileiras que se reuniram para desafiar o ódio e a discriminação em nosso país. Elas se chamam de "Mães pela Igualdade".
Neste exato momento, elas precisam saber que não estão sozinhas – com o crescimento dos crimes homofóbicos e transfóbicos no Brasil, o país está rapidamente se tornando um líder mundial no combate aos crimes de ódio cometidos contra LGBTs.
No dia 29 de stembro, as Mães pela Igualdade estarão no Congresso Nacional, em Brasília, a convite do Dep. Jean Wyllys e da Frente Parlamentar Mista pela Cidadania LGBT, para dizer aos líderes parlamentares que tomem uma atitude para proteger TODAS E TODOS os brasileiros da violência e discriminação, e que apoiem a aprovação de legislação que pode salvar vidas, mas que está ameaçada: uma lei que reconheça e tipifique os crimes homofóbicos e transfóbicos como crimes de ódio. Essas Mães prometem que nos próximos meses ocuparão as ruas, as ondas do rádio, as salas de aula e as mesas de todas as casas onde passarem para compartilhar suas histórias e seu trabalho juntas como as "Mães pela Igualdade", nessa campanha pelo fim da violência, do preconceito e da discriminação.
A coragem que essas "Mães pela Igualdade" tem para se manifestarem em público é incrível. Você gastaria um minuto para juntar-se a elas e fazer suas vozes soarem ainda mais forte?
Abraços, 

Mary (Castro) 

Mães pela igualdade

Amigas e amigos,
Eu acabei de juntar minha voz ao chamado de um grupo comovente de mães brasileiras que se reuniram para desafiar o ódio e a discriminação em nosso país. Elas se chamam de "Mães pela Igualdade".
Neste exato momento, elas precisam saber que não estão sozinhas – com o crescimento dos crimes homofóbicos e transfóbicos no Brasil, o país está rapidamente se tornando um líder mundial no combate aos crimes de ódio cometidos contra LGBTs.
No dia 29 de stembro, as Mães pela Igualdade estarão no Congresso Nacional, em Brasília, a convite do Dep. Jean Wyllys e da Frente Parlamentar Mista pela Cidadania LGBT, para dizer aos líderes parlamentares que tomem uma atitude para proteger TODAS E TODOS os brasileiros da violência e discriminação, e que apoiem a aprovação de legislação que pode salvar vidas, mas que está ameaçada: uma lei que reconheça e tipifique os crimes homofóbicos e transfóbicos como crimes de ódio. Essas Mães prometem que nos próximos meses ocuparão as ruas, as ondas do rádio, as salas de aula e as mesas de todas as casas onde passarem para compartilhar suas histórias e seu trabalho juntas como as "Mães pela Igualdade", nessa campanha pelo fim da violência, do preconceito e da discriminação.
A coragem que essas "Mães pela Igualdade" tem para se manifestarem em público é incrível. Você gastaria um minuto para juntar-se a elas e fazer suas vozes soarem ainda mais forte?
Abraços, 

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Ana NAIARA Malavolta
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Porque lésbicas defendem a legalização do aborto?

Sempre que a LBL participa de uma atividade ou debate pela defesa da
legalização do aborto a pergunta que mais respondemos é: porque as
lésbicas defendem a legalização do aborto?
Por trás desta pergunta - vista como natural por algumas - está
introjectado um preconceito sem limites.

Ao questionarem por que defendemos o aborto algumas companheiras
desconsideram de forma direta dois princípios fundamentais para nós,
militantes lésbicas feministas:
1) todas lésbica é MULHER
2) o aborto não é bandeira das mulheres que praticam o aborto, mas de
qualquer ser humano descente, que entenda que a liberdade e o direito
ao corpo pertence à mulheres, donas destes corpos.

O movimentpo feminista tem-se utilizado do argumento - válido em todos
os aspectos - de que o abortamento seguro é uma questão de saúde
pública.

Como primeira justificativa para este argumento, trabalhamos o fato de
que a vida das mulheres que abortam seria preservada com a realização
do aborto assistido, através do SUS em condições adequadas; como
segundo argumento o estado pouparia milhares de dólares gastos hoje na
assistência posterior às mulheres vítimas desta prática insegura do
abortamento ilegal feito em condições absurdas de saúde.

Hoje, no entanto, queremos trabalhar aqui uma outra justificativa para
o abortamento legal: nós mulheres somos donas de nossos corpos, sendo
o aborto uma questão de democracia.

Há muito o estado tem-se sujeitado à conceitos religiosos, que
contradizem a medicina e violam o direito à liberdade de pensamento,
aprisionando moralmente as mulheres, imputando-lhes culpa (moral e
jurídica) sobre a decisão de terem ou de não terem filhos.

Enquanto às lésbicas que desejam engravidar - de forma assistida pelo
SUS - é negado o direito à maternidade, outras mulheres têm o direito
ao abortamento - ou à decisão de não terem estes filhos _ violada da
mesma forma, através de um sistema jurídico que nos aprisiona e que
tenta nos condicionar.

Não há LIBERDADE sem ESCOLHA, não há DEMOCRACIA sem LIBERDADE!

Assim, a defesa do abortamento legal e seguro deve ser pauta de cada
homem e de cada mulher que luta pela LIBERDADE E PELA DEMOCRACIA.

Por isso nós mulheres lésbicas defendemos o aborto!

24/09/2011

Estudo: São Paulo lidera denúncias de agressão contra gays

Desconhecidos e vizinhos são os que mais praticam violência contra lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais (LGBT), dentre os casos denunciados ao Disque 100, o Disque Direitos Humanos.

A central de atendimento do governo federal foi criada para registrar abusos contra crianças e adolescentes, mas, desde o início do ano, expandiu o serviço para outros grupos, como a população LGBT.

Levantamento da Secretaria de Direitos Humanos (SDH) - ao qual a reportagem do jornal O Estado de S. Paulo teve acesso e que será divulgado na segunda-feira - aponta que, em 39,2% dos episódios de violação relatados contra a população LGBT, o agressor foi um desconhecido; em 22,9%, vizinhos; e em 10,1%, os próprios amigos.

De janeiro a julho, o Disque 100 recebeu 630 denúncias contra a população LGBT. As vítimas concentram-se na faixa etária de 19 a 24 anos (43%) e de 25 a 30 anos (20%).

Os casos mais comuns de violência contra gays, lésbicas, bissexuais, travestis e transexuais são os de violência psicológica (44,38%), como ameaça, hostilização e humilhação, e de discriminação (30,55%).

Das vítimas, 83,6% são homossexuais, 10,1%, bissexuais e 4,2%, heterossexuais que sofrem algum tipo de violência ao ser confundidos como gays.

No recorte feito por Estado, São Paulo (18,41%), Bahia (10%), Piauí (8,73%) e Minas Gerais (8,57%) lideram as denúncias - o Rio de Janeiro aparece com apenas 6,03% - por já contar com um serviço semelhante oferecido pelo governo estadual.

"Isso demonstra que a violência de caráter homofóbico tem um forte componente cultural, é a mais difícil de ser enfrentada porque é justamente a que não fica comprovada por marcas no corpo", disse a ministra dos Direitos Humanos, Maria do Rosário.

fonte:http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/sp/estudo-sao-paulo-lidera-denuncias-de-agressao-contra-gays/n1597227294744.html
--
Lésbicas Feministas LBL - Região Sul - www.lblrs.blogspot.com

18/09/2011

4a. Conferência de Mulheres de Viamão

A LBL-RS participou ativamente da 4a. Conferência das Mulheres de Viamão.
Como duas militantes (Mary e Naiara) são da Região, estivemos diretamente envolvidas no processo de construção da Conferência e nas ações que tiraram i portantes deliberações. Dentre elas a retomada do enfrentamento da violência contra as mulheres e a atenção ás vulnerabilidades específicas de negras, mulheres de comunidades tradicionais (quilombilas e indígines), lésbicas, geracionais e de portadoras de deficiências.


Através de encaminhamento unânime, uma moção de repúdio foi encaminhada ao Prefeito Alex-PT, exigindo a criação de uma Seretria de Políticas para as Muheres, já que o prefeito extinguiu em seu mandato a Coordenadoria da Mulher.

A Nossa aritucladora regional - Roselaine Silva, também esteve na conferência.
Abaixo foto síntese do evento.

15/09/2011

Conferência Mulheres dec Viamão neste sabado 17/09

IV Conferência Municipal de Politicas para as Mulheres -  Viamão/RS  
" Autonomia e Igualdade para as Mulheres" ! De fato e de Direito !
 
17/09/2011 - Neste sabado
 
Local: Walter Graff: Rua Marechal Deodoro,220 - Centro
Hora: 08h 30min às 18hs.
 
Atenção credenciamento até as 10hs!
 
Maiores Informações  
85534390
 
COMDIM e Fórum de Mulheres

14/09/2011

PIAUI: bar pagará prestação pecuniária p/ discriminar Lésbicas

 
Vai pagar o valor de R$ 1.000 - 14/09/2011 às 15:17h

'Planeta Diário' pagará prestação pecuniária por discriminar lésbicas

O acordo foi homologado pelo Juiz do JECC da Zona Leste, Manoel de Sousa Dourado

Marinalva Santana, do Matizes Marinalva Santana, do Matizes
O casal de lésbicas Valeci A. A e A.A.S aceitou fazer transação penal com o bar Planeta Diário, nos autos do processo criminal nº 5606-2011, em que o estabelecimento comercial foi denunciado por discriminação homofóbica.
Para firmar o acordo, as lésbicas exigiram que o estabelecimento repassasse a prestação pecuniária no valor de R$ 1.000,00 para o Grupo Matizes, a fim de que esse recurso seja usado na luta anti-discriminação. Para a Coordenadora Geral do Matizes, Carmen Ribeiro, o acordo tem um caráter pedagógico importante, porque desestimula outras empresas a patrocinarem discriminação.
"Nós do Matizes acompanhamos toda a luta desse casal de lésbicas, que corajosamente resolveu denunciar o Planeta Diário por práticas homofóbicas. O desfecho do caso tem um caráter educativo, porque outros estabelecimentos comerciais irão pensar duas vezes antes de praticar discriminação contra clientes homossexuais.", afirma a Coordenadora.
O acordo foi homologado pelo Juiz do JECC da Zona Leste, Manoel de Sousa Dourado.
ENTENDA O CASO
Em junho de 2011, o casal de lésbicas procurou o Grupo Matizes para denunciar discriminação que teria sido praticada pelo Bar Planeta Diário. Segundo relato do casal Valeci A. A e E.A.S, as duas estavam no bar em uma festa do dia dos namorados.
O casal dançava abraçados, quando foram abordados por um segurança do estabelecimento comercial, dizendo que o proprietário não aceitava "aquele tipo de comportamento". O segurança também teria dito que era para as duas se retirassem do recinto. Uma das lésbicas ainda argumentou que tinha consciência de seus direitos e sabia que não poderiam ser constrangidas daquele jeito.
O fato chamou a atenção de outros frequentadores do bar, que, além de apoiar o casal de lésbicas, procuraram o dono do estabelecimento para reclamar.
O casal registrou ocorrência na Delegacia de Combate às Práticas Discriminatórias e no Disque Cidadania Homossexual. De acordo com o depoimento de Valeci, sua companheira chegou a chorar diante do constrangimento. "Além das denúncias que fizemos na Delegacia e no Disque Cidadania Homossexual, nós também entramos com ação por danos morais contra o bar", afirma Valeci.


 

13/09/2011

O casamento de 42,7 mil crianças e adolescentes brasileiros

Espaço Vital - (13.09.11)

Uma prática ilegal, muito relacionada a áreas rurais ou países distantes, persiste hoje até nos principais centros urbanos brasileiros. Um recorte feito nos dados do Censo Demográfico de 2010 mostra que existem ao menos 42.785 crianças e adolescentes entre 10 e 14 anos casados no Brasil. O número refere-se a uniões informais, já que os recenseadores não conferem documentos.

Essas situações se concentram em grupos de baixa renda e alta vulnerabilidade, principalmente nos rincões longínquos do País ou na periferia de grandes centros urbanos. O caso de P., uma jovem de São Bernardo do Campo, no ABC paulista, é um exemplo. Ela se mudou para a casa do parceiro quanto tinha 11 anos. Seu namorado, na época, tinha 27.
 
"Isso constitui um crime chamado 'estupro de vulnerável', previsto no Código Penal e sujeito a detenção de oito a 15 anos", diz Helen Sanches, presidente da Associação Brasileira de Magistrados, Promotores e Defensores Públicos da Infância e da Juventude. Segundo ela, o crime se refere diretamente às relações sexuais mantidas com crianças e adolescentes, algo implícito quando se fala em casamento.
 
Helen conta que é cada vez mais comum encontrar famílias nos fóruns pedindo autorização para casar uma filha adolescente ou mesmo passar a guarda dela para o seu parceiro, sem saber da proibição legal. "Quando isso acontece e a menina tem menos de 14 anos, o promotor, além de não acatar o pedido, pode denunciar o rapaz por estupro de vulnerável, mesmo que a relação seja consentida ou que os pais concordem com ela", explica.

Entretanto, são poucos os casos que chegam ao conhecimento do poder público. Além de critérios sociais e econômicos, fatores culturais também dificultam o combate a esse tipo de situação.
 
Isso fica claro ao se observar os Estados que lideram o ranking de casamentos com menores de 14 anos: ou são locais de baixa renda (Alagoas e Maranhão) ou têm grande concentração indígena (Acre e Roraima). Na outra ponta estão as regiões mais ricas e urbanizadas (RS, SP e DF).
 
No mundo inteiro, a cada três segundos, uma jovem com menos de 18 anos se casa. Apesar de fatores religiosos e culturais, a pobreza é a principal incentivadora dos casamentos infantis.
 
Segundo organizações de direitos humanos, mais de 10 milhões de crianças e adolescentes se casam anualmente para escapar da miséria. A prática, comum na África e na Ásia, legitima o que o Unicef caracteriza a  principal forma de abuso sexual contra crianças

11/09/2011

FEESSERS realiza Encontro Estadual da Diversidade na Saúde

No dia 22 de setembro de 2011, a FEESSERS, por meio do seu Comitê de Assuntos de Juventude, Gênero, Raça e Diversidade Sexual Diversidade realiza o Encontro Estadual da Diversidade na Saúde.

Com o tema Os Profissionais da Saúde e a Homofobia, o evento se propõe a discutir o assunto, em seu âmbito geral, e o específico da Homofobia, debatendo os diversos aspectos que os envolvem, desde a sua construção histórica até a diversidade sexual.

Com o evento, o Comitê da FEESSERS busca ainda levantar a discussão entre os participantes, trazendo a partilha das experiências dentro e fora do âmbito do trabalho dos profissionais da saúde.

A partir de 1997, quando a atual gestão assumiu, a FEESSERS vem criando os comitês por segmentos e um deles é o Comitê de Assuntos de Juventude, Gênero, Raça e Diversidade Sexual Diversidade.

Lançado em 21 de agosto de 2008, o Comitê já realizou três eventos: o Seminário Semana da Consciência Negra (novembro de 2009); o Encontro Estadual de Jovens da Saúde (novembro de 2010) e o Seminário Saúde: um Universo Feminino (março de 2011), em conjunto com a diretoria de Assuntos de Gênero, Raça e Diversidade Sexual do SINDISAÚDE-RS. 

fonte: e-mail sindsaúde

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Lésbicas Feministas LBL - Região Sul - www.lblrs.blogspot.com
3a. Jornada Lésbica Feministas e 5a. Marcha Lésbica de POA

Tema: Liberdade, Saúde e Autonomia - Chega de Violência e de Lesbofobia!
www.5marchalesbicadepoa.blogspot.com

09/09/2011

LBL-RS participa da Câmara Temática Proteção Social do CDES

O Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social do Governo do Estado do RS (o chamado Conselhão) reuniu-se nesta terça-feira, dia 06 de Setembro, em uma Câmara Temática para LGBTs.
A LBL-RS foi convidada e estava lá.

Achamos uma iniciativa importante e várias indicações foram feitas para efeitivaçao de políticas pelo governo estadual voltadas à nossa população.

Na medida em que tais indicações forem avançando vamos postando informações por aqui.

Veja a mátéria oficial em:

http://www.cdes.rs.gov.br/noticias/2011/09/06/camara-tematica-protecao-social-recomenda-formacao-de-comite-para-monitorar-politicas-para-lgbt#.Tmk73JsAgOU.email

08/09/2011

Dica de CULTURA


nos-lemos01.JPG
Olá,

Na próximo próximo domingo, 11 de setembro, tem poesia no Jardim Botânico.

Das 10h às 17h, acontece o JardinaAção.

A partir das 13h15, os grupos Nos Lemos, Marias, Amélias e Camélias, e DiVersos estarão se revesando no microfone com a leitura de poemas.

Às 15h30, no auditório do Jardim Botânico, faremos uma roda de conversa sobre poesia.

capaJardSet2011.jpg

(Caso não consiga ver a imagem acima, clique aqui.)

Nos Jardinamos,
Nos Lemos - coletivo de criação literária
noslemosporai.blogspot.com

05/09/2011

Direitos LGBT em debate na Câmara Temática Proteção Social

CONSELHÃO

Direitos LGBT em debate na Câmara Temática Proteção Social

Nesta terça-feira (06/09), às 14 horas,  o tema direitos LGBT (Lésbicas,  Gays, Bissexuais  e Transexuais) estará na pauta   da Câmara Temática Proteção Social. Além dos conselheiros, foram convidadas entidades que atuam na defesa dos direitos homoafetivos. A temática LGBT foi inserida na primeira Carta de Concertação do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social e no Plano Plurianual do RS por meio de sugestões no Conselho.

De acordo com a conselheira Maria Berenice Dias, o debate  transparente das diferentes opções sexuais contribui no esclarecimento, reduz a discriminação, o preconceito e a ignorância acerca do tema.

Desembargadora aposentada, é pioneira em decisões favoráveis à uniões homossexuais e comemorou a decisão do Supremo Tribunal Federal que neste ano reconheceu a união homossexual com os mesmos direitos e deveres que a legislação brasileira garante aos casais heterossexuais.

No artigo publicado em agosto com o título "Será Deus homofóbico?", Maria Berenice Dias, analisa a recente pesquisa do Ibope mostrando que mais da metade dos entrevistados se manifestaram contrários ao direito de homossexuais constituírem uma família. Os mais intransigentes são os quem se dizem evangélico ou protestante, seguidos pelos católicos e os adeptos de outras crenças e credos.

"Quem disse aos pregadores, padres e pastores que é pecado amar o seu igual? Quem lhes outorgou a missão de banir a diversidade sexual da face da Terra? Qual a justificativa de evangélicos, protestastes e católicos se posicionarem de modo tão assustadoramente preconceituoso contra quem tem orientação sexual diversa da maioria, mas não significa alguma ameaça e nem causa mal a ninguém", questiona.

Direito à felicidade

Ela lembra que lésbicas, gays, bissexuais, transexuais e travestis querem apenas os direitos mais elementares: direito à cidadania, à inclusão social. "Direito de terem sua integridade física resguardada. Para isso é indispensável a garantia de acesso ao trabalho, para exercerem a profissão que lhes aprouver. Também precisam que lhes seja assegurado o direito de constituírem família, terem filhos. Enfim, eles, como todas as pessoas querem somente o direito de ser felizes", resume.

Assessoria de Imprensa - Stela Pastore (51) 3288.6779 - 8404.6143
Secretaria Executiva do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social
www.cdes.rs.gov.br - @cdes_rs

Blogagem Coletiva - Dia da Visibilidade Lésbica

Blogueiras feministas fizeram uma blogagem coletiva no 29 de agosto que vale a pena ler (Valeu meninas, gurias, mulheres!"):
Aqui o início:
 
"Em 29 de agosto de 1996, realizou-se o 1° Seminário Nacional de Lésbicas – SENALE no Brasil. Por isso, hoje é Dia da Visibilidade Lésbica. A data existe para ser um marco do movimento das lésbicas no país. É um dia de celebração, mas também de discussão e reflexão sobre os estigmas, preconceitos e a lesbofobia que ainda permeiam a questão. Convocamos esta blogagem coletiva para que mais e mais pessoas conheçam e saibam o que significa ser lésbica em nosso país.
 
Imagem do grupo de lésbicas argentinas La Safinas. Em memória de Natalia Gaitán.
 
A imagem que ilustra este post é de um mural, que foi idealizado e pintado num muro da cidade de Rosario (ARG) pelo grupo de lésbicas argentinas Las Safinas, para ser uma homenagem a Natalia Gaitán, lésbica assassinada em 2010 pelo padrasto de sua namorada. A bela imagem de duas mulheres se beijando apareceu 10 dias depois coberta de tinta branca. O grupo Las Safinas organizou um protesto em 20 de março, com as seguintes palavras de ordem: "AUNQUE NOS TAPEN EXISTIMOS. VISIBILIDAD LESBICA".
 
Confira trechos dos posts participantes da Blogagem Coletiva:
 
O que ocorre é que uma mulher que se assume homossexual passa a ser taxada com alcunhas que ligam sua sexualidade à incapacidade masculina de satisfazê-la. Desse modo, o desejo sexual da mulher, quando não direcionado ao homem, o ofende pessoalmente. Não prestar homenagem ao pênis, senhor e reprodutor-mor, não costuma ser bem tolerado em sociedades patriarcais e/ou machistas. A idéia de mulheres obterem prazer e serem sexualmente felizes longe do que muitos consideram o plus sexual, deflagrador da inveja fálica, não costuma ser bem tolerada
 
Acesse o site para ler na íntegra:

04/09/2011

Setembro Azul do Movimento Surdo

Repassamos as informações sobre o Setembro Azul do Movimento Surdo em Defesa da Escola Bilíngue para Surdos no Brasil.

Vimos por meio deste, convidar a sociedade gaúcha para participar das diferentes ações que a FENEIS/Escritório Regional do Rio Grande do Sul está organizando para marcar o "SETEMBRO AZUL", mês em que a Comunidade Surda Brasileira estará comemorando as lutas dos surdos pela defesa de seus direitos políticos e educacionais, articulada através de ações simultâneas em todas as capitais brasileiras, ligadas ao Movimento Surdo em Defesa das Escolas Bilíngues de/para Surdos.
 
A saber:
09/09/2011 -  "Seminário Estadual em Defesa das escolas Bilíngues para Surdos", evento que tem por objetivo trazer a público as discussões sobre a Escola Bilíngue para Surdos frente a construção do PNE 2011-2020.
Local: Auditório da Câmara Municipal de Vereadores de Porto Alegre, das 14h às 18h
10/09/2011 – Manifesto Mundial da WFD (Word Federation of Deaf), que ocorrerá na SSRS – Sociedade de Surdos do Rio Grande do Sul, com a realização de uma Palestra e Festa em Defesa das Línguas de Sinais
25/09/2011 – Ato Público em Defesa da Língua de Sinais e das Escolas Bilíngues para Surdos no Parque da Redenção
26/09/2011 – Atividades descentralizadas, nas escolas e nos municípios onde há comunidades surdas, marcando o dia nacional do surdo. Entrega de Carta Denúncia nos Escritório do Ministério Público Federal dos Estados.


ATENÇÃO! PARA PARTICIPAR DO SEMINÁRIO DO DIA 09/09, NA CÂMARA DE VEREADORES DE PORTO ALEGRE, É PRECISO FAZER AS INSCRIÇÕES DA SEGUINTE FORMA: SURDOS NO PNE

Faça já a sua inscrição para participar do Seminário Estadual em defesa das Escolas Bilíngues para Surdos no PNE. Vagas limitadas!!!

Envie seus dados para o e-mail:
setembroazul.rs@gmail.com


DADOS A SEREM ENVIADOS:
  1. NOME COMPLETO:
  2. DATA DE NASCIMENTO:
  3. RG E CPF:
  4. ENDEREÇO COMPLETO:
  5. TELEFONE DE CONTATO:
  6. E-MAIL DE CONTATO:
  7. CIDADE DE ORIGEM:
  8. INSTITUIÇÃO ONDE TRABALHA:
  9. SURDO OU OUVINTE?
NÃO PERCA TEMPO! INSCREVA-SE JÁ!!!!

Estatuto da Diversidade Sexual

No dia 23 de agosto, na sede da OAB Federal,  em Brasília a Comissão Especial da Diversidade Sexual do Conselho Federal da OAB, procedeu a entrega do Anteprojeto do Estatuto da Diversidade Sexual.

Trata-se de um microssistema que concede direitos, criminalizada a homofobia e prevê políticas públicas.

O Estatuto tem 109 artigos e propõe a alteração de 132 dispositivos legais.

 

Na mesma oportunidade foi entregue Proposta de Emenda Constitucional que:

- proíbe a discriminação por orientação e identidade de gênero

- concede licença-natalidade de 180 dias a qualquer dos pais

- assegura o casamento homoafetivo.

 

A Comissão é presidida por Maria Berenice Dias (RS) e integrada por Adriana Galvão Moura Abílio (SP); Jorge Marcos Freitas (DF); Marcos Vinicius Torres Pereira (RJ) e Paulo Tavares Mariante (SP). Membros consultores: Daniel Sarmento (RJ); Luis Roberto Barroso (RJ); Rodrigo da Cunha Pereira (MG) e Tereza Rodrigues Vieira (SP).

 

Participaram da sua elaboração as mais de 50 Comissões da Diversidade Sexual das Seccionais e Subseções da OAB instaladas, ou em vias de instalação, em todo o País e os movimentos sociais foram convidados a colaborar, tendo sido recebidas mais de duas centenas de propostas e sugestões.


Abaixo link para acessar os textos do Estatuto e reforma legal na íntegra: http://www.direitohomoafetivo.com.br/NoticiaView.php?idNoticia=246

02/09/2011

TJSC. Reconhecimento de relação homoafetiva pode ser julgada em inventário

2 de setembro de 2011

A 2ª Câmara de Direito Civil do TJ cassou sentença da Comarca da Capital e determinou o retorno do processo à origem para julgamento, na apelação que questionou extinção, sem julgamento do mérito, da ação declaratória de união estável homoafetiva cumulada com inventário ajuizada em 2008. R. afirmou ter vivido em união estável com J. e alegou que teve seus direitos constitucionais violados com a decisão em 1º Grau.

O relator, desembargador Sérgio Izidoro Heil, lembrou recurso julgado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) que entendeu ser plenamente constitucional o reconhecimento e qualificação da união estável homoafetiva como entidade familiar. Na decisão, transcrita pelo magistrado em seu acórdão, é apontado que "ninguém, absolutamente ninguém, pode ser privado de direitos nem sofrer quaisquer restrições de ordem jurídica por motivo de sua orientação sexual".

Ainda em relação ao entendimento do STF, Heil destacou a legitimidade ético-jurídica da união homoafetiva como entidade familiar. Com isso, esclareceu, parceiros homossexuais passaram a ter os mesmos direitos e consequências no plano do Direito, notadamente no campo previdenciário, e, também, na esfera das relações sociais e familiares. A decisão foi unânime e o retorno do processo à origem foi determinado para que seja feita a instrução, com apresentação de provas para que, finalmente, a ação possa ser julgada.
fonte: jurídicoNews

ONU lançará estudo sobre violações de direitos da comunidade LGBT

A Organização das Nações Unidas (ONU) vai lançar um novo estudo sobre violência contra lésbicas, gays, bissexuais e transexuais (LGBT) com previsão de ser divulgado em dezembro deste ano. O objetivo é ampliar o uso do direito internacional no combate à discriminação. A ONU estima que mais de 70 países possuem leis que expõem milhões de pessoas ao risco de serem presas ou condenadas à pena de morte em função de sua orientação sexual ou identidade de gênero.

No combate a vigência de leis deste tipo, a ONU obteve sua primeira vitória há mais de 17 anos no Estado Australiano da Tasmânia. Após receber uma denúncia sobre a legislação em vigor, o então Comitê de Direitos Humanos da ONU (hoje Conselho) estudou argumentos prós e contras, tendo, por fim, decidido que o país estava violando suas obrigações internacionais.

De acordo com a Alta Comissária das Nações Unidas para os Direitos Humanos, Navi Pillay, a decisão foi um divisor de águas e permitiu uma revolução silenciosa. "Desde 1994, mais de 30 países avançaram para abolir a ofensa à homossexualidade. Alguns criaram novas leis dando grande proteção contra a discriminação baseada na orientação sexual ou identidade de gênero", destacou.

A pesquisa foi aprovada por 23 países em junho deste ano no Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas. O órgão determinou que fossem detalhadas as "leis e práticas discriminatórias e atos de violência contra indivíduos com base em sua orientação sexual e identidade de gênero, em todas as regiões do mundo."

O texto diz ainda que o Conselho realizará um painel de discussão com base nos fatos contidos na pesquisa e promoverá um "diálogo construtivo e transparente sobre a questão das leis e das práticas discriminatórias".

http://sul21.com.br/jornal/2011/09/onu-prepara-estudo-inedito-sobre-violacoes-de-direitos-humanos-da-comunidade-lgbt/

01/09/2011

INFORMATIVO: Especialistas comentam lançamento da série Diálogos sobre Liberdade de Expressão e Diversidade

01 de Setembro de 2011

 A série Diálogos sobre Liberdade de Expressão e Diversidade foi lançada em 31 de agosto, na Livraria Cultura, em São Paulo. Assista aos vídeos e confira abaixo depoimentos de algumas/uns convidadas/os que participaram do evento:  

"Os negros e os homossexuais ainda são retratados na mídia como expressão do que seria um pensamento único e não como expressão plural. As mesmas pessoas que excluíram hoje incluem, muitas vezes de uma maneira estereotipada. As diferenças estão hierarquizadas e não podemos nos esquecer disso. As normas são 'brancas' e 'heterossexuais' e é a partir dessas normas que o negro, o indígena e o homossexual ainda são posicionados."  Maria Aparecida Bento, professora doutora em Psicologia Social pela Universidade de São Paulo e diretora do Centro de Estudo das Relações de Trabalho e Desigualdades - CEERT.

lanamento_31_portal"A metodologia dos Diálogos, de trazer o conflito para discussão a partir de pessoas com diferentes pontos de vista e que atuam nas questões de raça, etnia, gênero e orientação sexual, permite a reflexão sobre nossas próprias posições." Bia Barbosa, jornalista do Intervozes – Coletivo Brasil de Comunicação Social.

"Comunicação não pode ser entendida como uma agenda política somente de especialistas. Quando pensamos na construção de agendas nas áreas de saúde, trabalho, transporte, por exemplo, não pensamos em um carimbo de um especialista, mas sim na contribuição de pessoas de diferentes áreas. E esperamos que o mesmo ocorra na elaboração da agenda política da Comunicação, ou seja, que ela seja tratada de forma contemporânea e relacionada com as diversas áreas do conhecimento. Por isso, trouxemos para os Diálogos, além de jornalistas, feministas, antropólogas/os, psicólogas/os, médicos/as, promotores públicos e advogadas/os, entre outros." Jacira Melo, diretora executiva do Instituto Patrícia Galvão.

"Nenhuma pessoa que participou da série Diálogos saiu do mesmo jeito. Enfrentar os conflitos e a diversidade com respeito nos ajudou a crescer como pessoas e como profissionais. É um material muito rico para discussão."  Nilza Iraci, da Articulação de Organizações de Mulheres Negras Brasileiras e do Geledés - Instituto da Mulher Negra.  

lanamento_24portal"Ao trazer pessoas extremamente qualificadas e com a preocupação de pensar a Comunicação a partir da diversidade, os Diálogos permitem aprofundar temas que muitas de nós trabalhamos na militância."  Lurdinha Rodrigues, do Instituto Patrícia Galvão, liderança nacional da Liga Brasileira de Lésbicas (LBL) e representante do segmento LGBT (composto por lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais) no Conselho Nacional de Saúde.

"Extremamente instigantes a complexidade e o contraditório dos debates promovidos pelos Diálogos. Não vejo outra maneira de as pessoas avançarem na sociedade se não a partir do debate. Vou usar os Diálogos na sala de aula." Gustavo Venturi , professor do Departamento de Sociologia da Universidade de São Paulo.

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"Este material é muito rico e pode ser usado, por exemplo, nas faculdades de Direito, porque amplia o padrão de reflexão. Liberdade de expressão e diversidades fazem parte da agenda do Direito, mas tendemos a usar fontes muito específicas, como leis e doutrinas, ou muito acadêmicas nos nossos debates. Os Diálogos têm a diversidade de olhares e é um instrumento importante de pesquisa para que os alunos das universidades sofistiquem a reflexão sobre os direitos." Adriana Ancona de Faria, coordenadora institucional da Escola de Direito de São Paulo, da Fundação Getúlio Vargas.

"A série Diálogos oferece uma oportunidade para que outros grupos não tão familiarizados com as questões de gênero, de raça e de diversidade sexual possam ter contato com um conteúdo informativo e com visão crítica, e reflitam como a mídia trata esses temas."  Sandra Unbehaum, coordenadora do Departamento de Pesquisas Educacionais da Fundação Carlos Chagas. 

lancamento_convite_130Realização: Instituto Patrícia Galvão - Mídia e Direitos
 
Parceria: Agência de Notícias dos Direitos da Infância (ANDI),  Centro Latino-Americano em Sexualidade e Direitos Humanos (CLAM),  Fundação Carlos Chagas e Geledés - Instituto da Mulher Negra
 
Apoio: Fundação Ford e Secretaria de Políticas para as Mulheres

 


Matéria no Canal Futura sobre a 3a. Jornada Lésbica Feminista

O Canal Futura, mesmo a gente tendo "furado" na entrevista marcada,
por conta da Tribuna da Câmara que atrasou, fez uma matéria bem legal
sobre a jornada. Vejam aqui:

http://www.youtube.com/watch?v=8DrVLa02dAo

Kassab veta Dia do Orgulho Hetero por incitar intolerância homofóbica

O prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, vetou o "Dia Municipal do Orgulho Heterossexual" aprovado pela Câmara de Vereadores. A decisão foi publicada no Diário Oficial do município nesta quarta-feira (31). De acordo com o veto, o projeto apresentava trechos que incitavam a intolerância homofóbica. "O projeto de lei descreve, em vários trechos, condutas atribuídas aos homossexuais, todas impregnadas de sentimentos de intolerância com conotação homofóbica", diz o texto.

Leia mais em http://sul21.com.br/jornal/2011/08/kassab-veta-dia-do-orgulho-hetero-por-incitar-intolerancia-homofobica/